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Assembleia Legislativa atua como mediadora de conflito na região do Águas Nascentes

A Assembleia Legislativa vai mediar uma solução para os moradores dos bairros Paraisópolis e Silvanópolis, em Cuiabá, que vivem em áreas de risco a...

Da Redação
Por: Da Redação Fonte: Assembleia Legislativa - MT
15/05/2026 às 16h16
Assembleia Legislativa atua como mediadora de conflito na região do Águas Nascentes
Mais de 500 pessoas participaram da audiência pública realizada na Assembleia LegislativaFoto: Helder Faria

A Assembleia Legislativa vai mediar uma solução para os moradores dos bairros Paraisópolis e Silvanópolis, em Cuiabá, que vivem em áreas de risco ambiental. O encaminhamento foi feito durante audiência pública realizada no parlamento estadual, em parceria com a Câmara de Vereadores da capital. Cerca de 1500 famílias vivem nos bairros que foram constituídos sobre uma área de recarga de aquíferos, onde nascem muitos córregos que abastecem a região. Por esse motivo, a área possui uma importância ambiental, mas também oferece riscos para aqueles que vivem próximos a encostas e nascedouros.

Diante do impasse sobre o destino das famílias, o deputado Max Russi e a vereadora Katiuscia Mantelli, ambos do Podemos, realizaram uma audiência pública com intuito de esclarecer a situação, convocando representantes do Governo do Estado, da Prefeitura de Cuiabá e do Ministério Público, que foi o autor da Ação Civil Ambiental que indicou a necessidade de desocupação da área.

O promotor de Meio Ambiente e Urbanismo Carlos Eduardo Silva destacou que o conflito na região é antigo, mas que o Ministério Público está aberto para encontrar uma solução que contemplo tanto a questão ambiental, quanto a segurança da população. Para o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, a audiência pública teve um encaminhamento concreto em direção a uma solução para os moradores da região e que agora todos os envolvidos vão sentar na mesma mesa.

Ao todo, mais de 500 pessoas participaram da reunião realizada na Assembleia Legislativa e puderam ouvir as autoridades competentes sobre o trabalho integrado que deverá ser realizado.

Confira a matéria completa no áudio abaixo.

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